Qual é o seu sonho?

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Hoje me fiz esta pergunta: qual é o seu sonho? Analisei, reanalisei e me pus a pensar.
Quais sonhos realmente importam? São os sonhos materiais ou sonhos pessoais? Ou será ainda os sonhos íntimos, os quais nem mesmo quem está mais próximo da gente conhece? Muitas pesssoas já foram ou serão arguídas sobre este tema e a maioria respondem de pronto: Ser feliz!
Como escrevi no post anterior, não existe receita para a felicidade. A felicidade depende apenas de nós. Mas voltemos ao sonho.
Durante toda nossa vida estamos sempre planejando algo: comprar ou reformar uma casa, adquirir o carro do ano, trocar de celular, se formar na faculdade, fazer um curso, conhecer outro país, realizar a viagem dos sonhos, estabilidade financeira, escrever um livro, plantar uma árvore e ter um filho. Enfim, como seres pensantes que somos  os sonhos nos cercam por todos os lados. Sonhos que estão incutidos em nossas almas ou os sonhos que nos são empurrados goela a baixo direcionados pela mídia.
Sonhar é sempre bom. Mas tem algo que sempre digo: vamos sonhar com os pés no chão. Sonhar com o que nos faz realmente feliz, mesmo que aos olhos de outro pareça algo bobo e sem sentido. O que vale mesmo nesta vida é manter sempre a doce alegria, e essa sim, vem do coração.

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Afinação & Afinidades



Quando compramos um violão e afinamos as suas cordas, percebemos que elas perdem a afinação facilmente e é necessário das uns apertões nas tarrachas para que o som não destoe durante o processo de acomodação das cordas.
O músico, pacientemente, ajusta a corda cada vez que a ouve fora do tom. Durante alguns dias, semanas ou meses, as cordas vão se acomodando ao violão e o seu som fica mais nítido e bonito. Assim como um violão novo precisa de afinação, o amor se afina aos poucos...
Percebemos que, no amor, o que se ajusta é a forma de lidar com a pessoa que está ao nosso lado. Aprendendos como afiná-la para que o som do amor se torne nítido e perfeito. Quando digo afiná-la, não penso em transformá-lo em um ser perfeito ou livre de erros, e sim tornar agradável sua presença ao nosso lado. E isso só acontece quando vivenciamos e experimentamos o sentimento do amor na sua profundidade. Aprendemos, no dia a dia, conhecer a pessoa, saber seus gostos, evitar o que a desagrada, valorizar as coisas boas, enfim, somos como as cordas do violão. Somente com o passar do tempo e depois de alguns apertões e ajustes, conseguimos produzir o doce som do amor.

26/06/2013

 
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